AVALIAÇÃO DA PREVALÊNCIA DE ALTERAÇÕES OSTEOMIOARTICULARES EM ACADÊMICOS USUÁRIOS DE SMARTPHONE

Lucinara Araújo Almeida, Magda Caíno Texeira Reis

Resumo


Introdução: Na última década novas tecnologias foram inseridas no mercado, como o smartphone, o qual conta com uma versatilidade de funções como digitar e enviar mensagens de texto instantâneas, navegar na internet, aplicativos de fotos, jogos entre outros. No entanto, com um sistema operacional tão diversificado os usuários acabam prolongando o uso deste dispositivo que resulta numa sobrecarga muscular deixando as estruturas musculoesqueléticas sobrecarregadas aumentando o risco de lesões. Objetivos: Identificar alterações osteomioarticulares em acadêmicos de Fisioterapia usuários de smartphones. Métodos: Realizou-se um estudo descritivo com abordagem quantitativa do tipo transversal, em uma Instituição de Ensino superior privado, localizado na Cidade de Barreiras-BA. Fizeram parte da pesquisa 80 estudantes do curso de Fisioterapia com idades entre 18 a 25 anos de ambos os sexos. Os dados foram coletados por meio do preenchimento do questionário sociodemográfico e Nordic Musculoskeletal Questionnaire (QNM) validado no Brasil. Resultados: Após a análise de dados foram visualizados que 93,25% da amostra referiu dor, sendo 75% do sexo feminino. A faixa etária que mais sofreu devido ao uso do smarthpone tem entre 20 a 22 anos (47,5%). Os estudantes que utilizaram o dispositivo eletrônico por mais tempo referiram dor em região cervical (56,25%), torácica/lombar (51,25%) e punhos/mãos (72,5%). Em maior número 70% dos indivíduos já usavam o aparelho entre 5 e 10 anos. Conclusão: A utilização do smartphone em excesso caracteriza-se com um risco eminente para a saúde do usuário, devido atividade nervosa e muscular que levam ao desenvolvimento dos diversos tipos de alterações osteomioarticulares.


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