EMOÇÕES E SENTIMENTOS: UMA PERSPECTIVA FISIOLÓGICA

JOÃO FILLIPE SOUZA DE AGUIAR

Resumo


Alegria, medo, raiva, tristeza são alguns exemplos de emoções. Estados que tem significativa importância no comportamento humano, mas, o que necessariamente é uma emoção? Como podemos classificá-la? O Senso Comum classifica as emoções e os sentimentos não apenas com facilidade, mas com uma certa coerência, o que deixa os cientistas em uma desvantagem, pois os mesmos buscam o que ocorre com precisão fisiológica, passíveis a olho nu. Skinner (1998, p.177) diz que “o cientista, preocupado com respostas de glândulas e músculos lisos não está seguro de que poderia explicar a diferença mesmo entre emoções relativamente comuns”. O estudo das emoções é um tema arcaico, sendo trabalhado em diversas manifestações da cultura como a arte, religião, filosofia e a ciência. O pensador francês René Descartes, aborda em sua teoria sobre uma substância pensante (res cogitans) separada totalmente da substância do mundo (res extensa), no qual pertence as emoções, caracterizado como confusas e sem credibilidade com a verdade (ANTONIO et al., 2007). Umas das tentativas de entender as emoções iniciaram em 1890, com William James (1842) fundador da psicologia funcional, com o questionamento da originalidade do medo, “uma pessoa corre do urso porque tem medo ou tem medo porque corre? ”. Propunha que o sentimento consciente do medo é uma consequência das emoções (LEDOUX; DAMASIO, 2014). O presente estudo é de cunho qualitativo bibliográfico, que visa focar em uma forma parcial de conceituar e caracterizar aspectos das emoções, sentimentos e a importância destes em nosso conhecimento, partindo da premissa fisiológica.

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