AUTISMO: IMPACTOS FAMILIARES APÓS O DIAGNÓSTICO

AMANDA ALVES GOMES, JAMILLE DOS SANTOS BOMFIM, FABIANA REGINA DA SILVA GROSSI, EMILIA KARLA DE ARAUJO AMARAL

Resumo


A chegada de uma criança é um momento de muita expectativa para muitas famílias, mas a preocupação surge após o diagnóstico de autismo, em como será a relação desses familiares com essa criança. Historicamente o autismo aprece pela primeira vez em 1943, no artigo “Distúrbios Autísticos do Contato afetivo” do médico austríaco Leo Kanner. No artigo, ele descreveu onze casos de crianças que tinham em comum um isolamento exacerbado, desde o começo da vida, e um desejo obsessivo em preservar a mesmice, denominando-as autistas. Ele utilizou o termo “autismo infantil precoce”, já que os sintomas se manifestavam durante a infância. Nesse mesmo artigo, Kanner atribui esse comportamento das crianças às mães, e usa a expressão “mães geladeiras”, aquelas que mantinham certa falta do vínculo com os filhos, o que levaria, segundo ele, ao autismo. Mais tarde essa tese foi descartada e o médico tentou retratar-se no livro Em Defesa da Mãe, publicado em 1945 (KANNER 1943). O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento que causa prejuízo persistente na comunicação social, e interação social, padrões repetitivos de comportamentos, interesses ou atividades. (AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIANTION [APA], 2014). O objetivo do presente trabalho é compreender a relação dos pais com as crianças autistas, além de descrever comportamentos e impactos causados após o diagnóstico.

Apontamentos

  • Não há apontamentos.