A FOBIA SOCIAL INTERFERINDO NAS RELAÇÕES SOCIAIS

EVELLEY EMMANUELA FÉLIX DOS SANTOS, FILIPE RIBEIRO JUNQUEIRA, CARLOS ANDRÉ NOGUEIRA OLIVEIRA

Resumo


Atualmente, se percebe o quão complicado se torna o processo de interação e socialização de um indivíduo que sofre da psicopatologia fobia social. Dentre os contextos que tem sido objeto de estudo estão o familiar, o escolar e o profissional (HOLLANDER e SIMEON, 2004; DSM IV, 2002). Neles, o indivíduo poderá passar por uma série de perturbações, como: ansiedade prolongada, medo acentuado e até mesmo um ataque de pânico, a depender do grau de ansiedade que o mesmo se encontra. O não enfrentamento da patologia poderá gerar nele comportamentos de esquiva, em que deixará de interagir com os demais em prol de não se submeter a situações que lhe gerem desconforto (DSM IV, 2002). Além disso, o portador da fobia social possivelmente não conseguirá atingir seu desenvolvimento máximo no que diz respeito a aprendizagem, pois o mesmo estará limitado, visto que essa fobia aprisiona o indivíduo nos seus medos, impossibilitando avanços em processos cognitivos superiores. Sendo assim, nota-se a necessidade de intervenções em casos de fobia social, visando uma melhor qualidade de vida para o mesmo. A partir dessa perspectiva, este artigo científico foi resultado de uma revisão literária do tipo qualitativa, tendo por objetivo identificar que intervenções da psicologia podem ser feitas em casos diagnosticados com fobia social, com vistas a auxiliar nas relações sociais, e para isso, o mesmo foi dividido em quatro partes, âmbito familiar, escolar, profissional e psicologia auxiliando portadores de fobia social.

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