INFLUÊNCIA DOS HÁBITOS DE VIDA NO DESENCADEAMENTO DE CÂNCER DE PÂNCREAS

CAIQUE TAVARES RIBEIRO DE CASTRO E SILVA, GABRIEL FEITOSA DE ANDRADE, JOÃO PEDRO ARAÚJO MARQUES PORTO DE CARVA, MARIANA LOYOLLA SARTORI, MARINA BATISTA CIPRIANO, JULIANA KARSTEN

Resumo


Neoplasias são tumores formados por massa anormal de tecido, que possuem crescimento excessivo, não coordenado com os tecidos normais e que persiste mesmo após o fim do estímulo que provocou as modificações (KUMAR et al., 2010). Além do crescimento proveniente das multiplicações em excesso, as neoplasias culminam em alterações genéticas que são transmitidas para a prole dessas células tumorais (KUMAR et al., 2010). Os tumores são classificados como benignos ou malignos de acordo com os comportamentos clínicos (KUMAR et al., 2010). Recebem a classificação de benignos aqueles que permanecem localizados e, geralmente, podem ser removidos por cirurgia local, e são classificados como malignos aqueles referidos como cânceres, que possuem capacidade de invadir e destruir estruturas adjacentes, o que pode culminar em metástases, condições resultantes da disseminação das células tumorais para sítios distantes (KUMAR et al., 2010). No contexto de neoplasias no Brasil, o câncer de pâncreas representa cerca de 2% entre todos os tipos de tumores diagnosticados, e 4% do total de mortes (ZENI et al., 2014). O principal tipo histológico referente a tumores pancreáticos é o adenocarcinoma ductal, que possui localização mais frequente na cabeça, seguida do corpo e da cauda (ZENI et al., 2014). Além disso, alguns hábitos de vida, como o tabagismo, possuem relação com esse tipo de neoplasia (ZENI et al., 2014). Dessa forma, essa revisão busca descrever e esclarecer a relação existente entre os fatores de risco referentes aos hábitos de vida e o desencadeamento do câncer de pâncreas.

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