ANÁLISE DO CONSUMO DE ESTIMULANTES CEREBRAIS POR ESTUDANTES DE MEDICINA DE UMA FACULDADE DO OESTE DA BAHIA

LARA DOMINGUES MASINI, LAWREN WIRGINIA PEREIRA DANTAS, LEILA DE OLIVEIRA NUNES, MONALIZA ARAÚJO DOS SANTOS ARAÚJO DOS SANTOS, TAYNARA MAIA REGO, SILVIO TERRA DO STEFANELO

Resumo


A tentativa de aumentar a capacidade física, vigília, memória, concentração e o aprendizado de forma rápida e definitiva nos acompanha como humanidade há milênios, e está intimamente relacionado com a evolução do pensamento e habilidades humanas. A expressão “aperfeiçoamento cognitivo” surgiu no começo dessa década para relatar a possibilidade de um fármaco produzir artificialmente uma maior capacidade de retenção de memória, concentração e planejamento de tarefas, características já presentes em pessoas as quais não apresentam transtornos de déficit intelectual. (CORDEIRO, 2017) Concernente a isso, é fato que, além das substâncias naturais já usadas desde a antiguidade tais como chás, café, bebidas energéticas e afins, após o desenvolvimento desses fármacos artificiais, tais medicamentos têm sido prescritos legalmente ou utilizados sem prescrição médica para alcançar esse “aprimoramento” da capacidade cerebral nas performances escolares e laborais. (SILVEIRA et al., 2015) A excessiva necessidade de organização de estudos atrelada à alta carga horária do cursinho pré-vestibular, e da graduação remete ao acúmulo conteudista impelindo a verdadeiras maratonas de estudo. A educação superior requer muito trabalho e dedicação por parte dos universitários, especialmente no curso de Medicina. Sobre estas circunstâncias, estudantes saudáveis fazem uso de substâncias psicoativas para que consigam estudar por mais horas e otimizar o rendimento acadêmico. (PIRES et al, 2018), (SILVEIRA et al., 2015) Diante do exposto, este estudo teve como objetivo analisar o consumo de estimulantes cerebrais por estudantes de medicina da Faculdade São Francisco de Barreiras – FASB.

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