ATUAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NA ATAXIA CEREBELAR

JULIANA MARIA NASCIMENTO DA COSTA, VITÓRIA DE SOUZA CASTRO VARELA, ANA PAULA CAMARGO RODRIGUES

Resumo


O termo ataxia, significa uma execução anormal dos movimentos voluntários que envolvem muitas articulações, caracterizada pela falta de coordenação. Os pacientes têm dificuldade em iniciar as respostas com os membros afetados, em controlar a extensão de um movimento (dismetria), frequência e a regularidade de movimentos repetitivos. (KANDEL at el, 2014) Por se apresentar através da ausência da coordenação e equilíbrio dos movimentos musculares voluntários, afeta diretamente nas atividades de vida diária do paciente, tais como, se sentar, se vestir, caminhar e dentre outras. Portanto, o indivíduo tende a evitar esses movimentos descontrolados, criando desta forma, uma gama de fatores limitantes a nível sistêmico. O paciente fica suscetível a quedas, fadiga, atrofia muscular, insegurança ao realizar a marcha e a perda gradativa de sua habilidade de manter movimentos em um ritmo coordenado. (FERNANDES, 2014) Diante disso, a fisioterapia é uma das principais intervenções estando direcionada à melhora da função e habilidade motora, incluindo problemas na marcha, mobilidade e postura, e encorajando o paciente a se manter da forma mais independente possível dentro de seu ambiente. Para cada paciente de acordo com a idade, apresentação clínica e prognóstico e o programa de exercícios deve ser prescrito individualmente pelo fisioterapeuta responsável após avaliação clínica e funcional do indivíduo. (ZONTA, 2012) O objetivo do presente estudo foi identificar a eficácia dos tratamentos fisioterapêuticos para o ganho de coordenação. Portanto, se faz necessário o desempenho do profissional fisioterapeuta, com condutas adequadas visando a qualidade de vida desses pacientes ataxicos.

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