PERFIL CLÍNICO E EPIDEMIOLÓGICO DOS PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA ADULTO

LÍDIA MAIA DE ALENCAR, MIKHAELY NOGUEIRA E SILVA SAITO, PÂMELA MATOS DE MELO, SARAH RAQUEL SILVA DO VALE DE SOUZA, JANEZEIDE CARNEIRO DOS SANTOS BORGES

Resumo


A insuficiência renal aguda (IRA) é considerada uma síndrome de elevada incidência associada a altas taxas de morbimortalidade, tendo como principais causas a sepse, grandes cirurgias e baixo débito cardíaco (ÁVILA et al., 2014). Segundo Peres, Wandeur, Matsuo, (2014) mesmo com a evolução do seu tratamento a IRA apresenta alta prevalência tanto em admissões hospitalares representando 15% como em Unidades de Terapia Intensiva com 40%. A insuficiência renal aguda é uma síndrome frequentemente secundária a uma lesão que compromete as funções e alterações nos rins. Em pacientes hospitalizados é ocasionada pela redução abrupta da taxa de filtração glomerular que se mantém em períodos variáveis de tempo provocando a incapacidade dos rins para exercer as funções de excreção, manter o equilíbrio ácido-basico e homeostase hidroeletrolítica, podendo levar a complicações como elevação das taxas de morbidade de pacientes em estados de saúde mais grave. Apesar de grandes complicações ao portador, a IRA pode ser reversível e há grandes chances de haver recuperação sem precisar atingir outros órgãos (LUFT et al., 2016). Dentre os fatores de risco de insuficiência renal aguda em uma UTI, são pacientes com a idade avançada, doença renal prévia, sepse obesidade, hipovolemia, cirurgias, histórico de hipertensão artéria, doença cardiovascular, diabetes Mellitus entre outros (PERES, WANDEUR, MATSUO, 2014). Desta forma, o objetivo principal deste estudo foi identificar o perfil clínico e epidemiológico dos portadores com IRA internados em UTI e identificar a prevalência dos principais fatores das internações associados à IRA.

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