DIAGNÓSTICO SECUNDÁRIO DE INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA EM PACIENTES NA SEMI-INTENSIVA

ALESSANDRA MOREIRA GUEDES, CRISTIANE DAMACENA ALBUQUERQUE, IVANILDE MORAIS DE OLIVEIRA, SUELLEN ALVES DE OLIVEIRA, TAIS PEREIRA DE LIMA, DEISY AZEVEDO DOURADO VILELA

Resumo


Pacientes hospitalizados que exigem cuidados intensos, mas que não necessitam de monitoramento permanente geralmente são encaminhados para as chamadas unidades semi-intensivas. Neste ambiente, a qualificação e o treinamento dos profissionais envolvidos, especialmente das equipes de enfermagem, devem suprir uma assistência especializada, considerando as necessidades específicas desses indivíduos. Dentre as diversas demandas especiais a este grupo de pacientes, tem-se observado que a insuficiência renal aguda (IRA) é uma das complicações mais graves que podem ocorrer em pacientes internados em unidades de terapia semi-intensiva (SILVA; THOMÉ, 2009). De acordo Almeida (2016, p. 230), a Lei 7.498/86 que regulamenta o Exercício da Enfermagem, cabe privativamente ao enfermeiro a realização dos cuidados diretos de enfermagem a pacientes graves com risco de vida, bem como os cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica que exijam conhecimentos adequados e capacidade de tomar decisões imediatas. Isso leva-nos a crer que baixo percentual de enfermeiros trabalhando nos hospitais, gera sobrecarga de trabalho a esses profissionais, com potenciais prejuízos à qualidade da assistência ao paciente em estado crítico. A insuficiência renal aguda (IRA) pode ser definida como perda da função renal, de maneira súbita, independentemente da etiologia ou mecanismos, provocando acúmulo de substâncias nitrogenadas (uréia e creatinina), acompanhada ou não da diminuição da diurese. Alguns fatores de risco são importantes no desenvolvimento da IRA como: idade avançada, doença hepática, nefropatia pré-existente e diabetes. (SOUZA; MARINHO, 2013).Os autores esclarecem ainda que, nas unidades de terapia intensiva (UTI) há incidência elevada de IRA, com alta mortalidade, especialmente nos casos em que há necessidade de diálise, mesmo com avanço de novas técnicas de terapia e de métodos dialíticos contínuos, levando a evidenciar que a sobrevivência ou morte dos pacientes em UTIs depende mais dos fatores relacionados ao paciente do que das formas de diálise empregadas. A referida pesquisa se justifica partindo de uma problemática social, pois abarca a saúde pública, buscando entender a respeito da Insuficiência Renal Aguda em pacientes da Semi-Intensiva e como os profissionais de saúde atuam. Portanto, tal pesquisa visa contribuir com informações 17º Congresso de Iniciação Científica da FASB, 2019, Barreiras – Ba ISSN 2594-7951 2 pertinentes, por seu caráter investigativo, saber como os profissionais de saúde, em especial os enfermeiros, estão atuando junto aos pacientes já portadores de tal enfermidade. Dessa forma, esse trabalho objetiva através de pesquisa bibliográfica uma revisão de literatura, com vista a levantar considerações relevantes a respeito o diagnóstico secundário de Insuficiência Renal Aguda em pacientes de semi-intensiva, visando a contribuição com informações a toda sociedade, ajudando na conscientização e de prevenção dos sujeitos.

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