INFECÇÕES HOSPITALARES RELACIONADAS AO STAPHYLOCOCCUS AUREUS E SEUS MECANISMOS DE PATOGENICIDADE: UMA REVISÃO

KEYLLA RÉGIS DE OLIVEIRA, LORENA ELLEM BISPO DA SILVA PASSOS, LEANDRO DOBRANCHINSKI, CAREN RIGON MIZDAL, SILVIO TERRA STEFANELLO, ENOCH MENEZES JUNIOR

Resumo


O Staphylococcus aureus é responsável por uma ampla variedade de síndromes clínicas, desde infecções localizadas na pele até doenças invasivas como bacteremia, endocardite e pneumonia. Além da virulência, este patógeno é notório pela rápida evolução de resistência aos agentes antimicrobianos. (DUARTE et al, 2018). Em termos de infecção nosocomial, essa bactéria, pode migrar através de cateteres endovenosos, podendo até mesmo se disseminar para a corrente sanguínea. Mesmo estando presente na microbiota normal do corpo humano, esse microrganismo tem sido considerado um dos principais agentes de infecções em ambientes hospitalares, sendo na maioria das vezes superficiais (OLIVEIRA, et al, 2015). Muitos estudos tem apontado o Staphylococcus aureus como um dos principais agentes etiológicos de infecções humanas bem como a bactéria mais associada com infecções nosocomiais. O S. aureus constitui habitualmente a microbiota da pele e de outros sítios anatômicos, porém caracteriza-se o vestíbulo nasal como principal reservatório. Por se tratar de uma colonização assintomática a presença do microrganismo nas fossas nasais representa um fator de risco para o desenvolvimento de infecções endógenas, principalmente nas unidades de saúde onde encontram-se pessoas em quadros de enfermidades. Desta forma, o estudo tem por objetivo descrever as principais características do microrganismo, seus mecanismos de patogenicidade e a prevalência do microrganismo nas infecções hospitalares.

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