AVALIAÇÃO DO USO DE DIFERENTES TIPOS DE ESTERCO NO DESENVOLVIMENTO DE COENTRO

JANILSON DA SILVA RAMOS, JOSÉ ÂNGELO BATISTA NETO, FLÁVIO SANTOS LOPES

Resumo


O coentro (Coriandrum sativum L.) pertence à família das umbelíferas. É uma cultura anual, herbácea podendo alcançar um metro de altura. Esta cultura é bastante produzida no Brasil, principalmente no Nordeste, e utilizada na forma de condimento, agregando aroma e sabor aos alimentos, além disso, é fonte de vários nutrientes como: o cálcio, ferro, vitamina C (MARQUES; LORENCETTI, 1999). Esta planta apresenta ainda funções medicinais auxiliando no bom funcionamento do intestino, impedindo a formação de gases (MELO et al., 2009). Essa olerícola caracteriza-se como uma cultura pouco exigente nutricionalmente, podendo obter produções satisfatória apenas com o uso de adubos orgânicos (CERQUEIRA et al., 2016). Contudo, apesar de absorverem relativamente quantidades menores de nutrientes, quando comparadas com outras culturas, as hortaliças folhosas necessitam de uma demanda de nutrientes, em função de seus ciclos relativamente curtos (NOVAIS; SMYTH, 1999). Entretanto, surge a necessidade da realização de pesquisas, para melhorar o rendimento dessa cultura, e reduzir os custos em sua produção. Nesse sentido, uma das alternativas seria a utilização de compostos orgânicos de origem animal como fontes de adubos, uma vez que, em muitos casos os mesmos são produzidos na propriedade onde se deseja estabelecer essa atividade agrícola (FILGUEIRA, 2000) Dessa forma, a utilização de dejetos de animais, com o intuito de fornecer nutriente, principalmente o nitrogênio as plantas, é uma forma de se utilizar o que está disponível na propriedade e apresenta-se como uma prática sustentável, e que traz grandes benefícios especialmente para o setor de olericultura (FAQUIN, 2005). O objetivo deste trabalho foi avaliar fontes alternativas de adubos por meio da aplicação de diferentes tipos de estercos como fonte de nutrientes.


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